sexta-feira, 17 de junho de 2016

Who will fix me now?

What doesn't kill you, makes you wish you were dead
Got a hole in my soul growing deeper and deeper and I can't take
One more moment of this silence, the loneliness is haunting me
And the weight of the world's getting harder to hold up

It comes in waves, I close my eyes
Hold my breath and let it bury me
I'm not okay and it's not all right

Save me from myself
Don't let me drown

sábado, 11 de junho de 2016

At least you feel something

I wish I knew what it was like to care enough to carry on
I wish I knew what it was like to find a place where I belong, but
Until I fix what's broken, I am machine
I don't like what I am becoming, wish I could just feel something

You can get addicted to a certain kind of sadness

But I don't wanna live that way

domingo, 20 de março de 2016

Queria abrir os olhos e escapar desse pesadelo. Queria que alguém tivesse a resposta do que há de errado. Tenho família, saúde, isso me deixa fora do grupo com direitos de reclamar. Eu achava que não fazia sentido os 13 porquês. Achava que ela podia ter sido mais forte ao inves de abandonar a própria vida. Mas hoje eu posso escrever os meus 13 porquês. E não preciso que ninguém entenda. Eu entendo.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

It's getting kind of old now, I think it's time to pack it in

Com as pisadas a gente aprende a parar de engolir sapo e excluir da vida todos os que não dão valor pro que tem do lado. Não vale a pena.


sexta-feira, 5 de junho de 2015

It's all the same after a while

Num mundo cheio de controvérsias, perdida no meio de tanta gente ignorante e na avalanche dos meus pensamentos, senti sua falta. Senti falta das risadas, da sensação de alívio que era estar ao seu lado, de poder suspirar e fugir das perturbações, de ser eu mesma, de pegar na sua mão e saber que aquilo, sim, era real. Que aquela segurança e proteção da sua mão macia e pesada não me deixaria despencar. E todas essas lembranças giram na minha cabeça, como um redemoinho. Posso chegar a sentir o vento suave daquela noite batendo no rosto, a dor nos pés de tanto andar.
E as borboletas no estômago, então? Aquelas que percorriam todo o espaço, saltitando e deixando tudo embolado. Parece uma sensação ruim? Até que é. Mas ela significa só uma coisa. Uma coisa que jamais tive novamente. E eu continuo na busca dela, mas as pessoas são tão... Estranhas. A vida de um modo geral anda errada. Não existe mais aquela emoção de conhecer uma pessoa, detalhe por detalhe, de aprender a apreciar seus defeitos. Parece que elas têm medo de se arriscar, de abrir o coração e mostrar a confusão que há lá dentro. É como se por mais que tentemos, a alma delas se tornou inalcançável.
E nesses momentos eu sinto sua falta. Porque embora atualmente esses sentimentos puros pareçam impossíveis de se obter, eu sei que existem.
Mas eu sei também que só estou lembrando das partes boas.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Now




Sinto tanta saudade de escrever. De expor meus pensamentos em singelas palavras, de fechar os olhos e deixá-las fluir livremente, sem comandar o que está prestes a ser despejado na folha em branco.

Sinto saudades de criar personagens, de visualizá-los em minha mente em seus pequenos detalhes, de sentir as mesmas coisas que eles, de viver intensamente aquela história.

Sinto saudades dos meus ídolos, de criar hábitos e paixonites pra eles, de fazê-los viajar o mundo inteiro e conhecer diversas pessoas novas, de levá-los até a lua ou ao inferno com os momentos, de propiciar tais sensações ao leitor que comentava surtando que queria desesperadamente o próximo capítulo.

Sinto saudades da habilidade provida do ato que é escrever, de manejar as frases com maestria e característica própria, de tomar banho e receber uma enxurrada de idéias a cada jato, de correr pro computador e colocar todos esses pensamentos em ordem, ou só jogados no final pra depois criar uma linha coerente de acontecimentos.

Sinto saudades de quando eu era só eu mesma. De quando essas idéias vinham com facilidade por não temer o que os outros achariam, ou se sairia cafona, pois aquela história me deixava feliz, me dava um motivo pra acordar todos os dias, mesmo que estivesse vivendo algo irreal.

Sinto saudades de usar a imaginação, de buscar palavras difíceis no fundo da mente, de me esforçar ao máximo pra sair o mais perfeito possível, de me sentir orgulhosa pelo resultado.

Sinto que tudo isso foi roubado de mim. Que se eu abrir um arquivo, encarar aquela página branca tão desafiadora, e abaixar os olhos mareados ao teclado, nada surgirá. Apenas o vazio obscuro e doloroso. Mas eu sei que em algum lugar está lá. Talvez brincando de esconde-esconde, guardado numa parte tão profunda que só o maior dos desejos será capaz de despertá-lo, de trazê-lo de volta à vida.

Muitas coisas são como andar de bicicleta, e a escrita é uma delas. Uma vez que se obtêm o dom de deixar sua imaginação voar pra longe e voltar carregando uma sacola repleta de idéias criativas e prontas para seguirem seu rumo, é impossível abrir mão e simplesmente esquecer como se faz.
Sinto saudades das minhas histórias, das minhas conquistas, do meu mundinho protegido e esplendido, e sei que posso alcançá-lo. Sei que assim que assim que encontrar a saída do labirinto que se tornou meus sentimentos, lá estará a porta para a liberdade, a porta para encontrar a mim mesma, a porta que vai me permitir digitar a primeira palavra, e inundar meu coração com alívio e calma.

E essa palavra deixará de ser saudades, para ser substituída por presente.

O agora.